A associação Quercus (da qual duvido sempre em todas as suas intenções, manifestações, acções e muitos outros “ões”) apresentou, nesta quadra natalícia, alguns conselhos para usufruir de um natal ambientalmente sustentável.

A leitura deve ser feita com olhar crítico (aqui está o link: http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iArtigo=12605) e assim perceberão que pouco ou nada há de novo e pouco ou nada de ambientalista…

Aguardam-se opiniões…

Carine Azevedo

Comentários

Anónimo disse…
Não vi sinceramente motivo de critica às sugestões da Quercus...acho-as muito oportunas!

Não existirão por aí motivos pessoais que desvirtuem e ofuscam a sua leitura, cara postadora?
Lisete disse…
Numa altura em que o consumismo é um forte da nossa sociedade e tendo em conta a situação economica que atravessamos julgo, de todo, pertinentes e oportunos os conselhos da Quercus.
É preciso repensar a nossa forma de ser e estar em sociedade.
bjs
Carine Azevedo disse…
Antes de mais obrigada pelos comentários.
Que existem motivos (que não lhes chamaria pessoais pelo sua conotação tão forte) que me levam a ter pouca fé na Quercus, certamente que sim, tal como deixei explicito no post.
Que os conselhos da Quercus (pelo menos alguns) podem ser oportunos também aceito.
A questão colocada no post prende-se com a sua pertinência a nível ambiental e até que ponto se tratam de conselhos de época natalícia e não antes de conselhos pelos quais a sociedade se deveria reger sempre (e dos quais todos nós estamos cientes).

Um bom ano para todos :)
Tatiana disse…
As questões em volta da temática Ambiente são sempre muito complexas…
De facto, alguns dos conselhos da Quercus parecem ser pertinentes, mas concordo com o ponto de vista da Carine. Compreendo que esta época seja propícia aos excessos, mas a responsabilidade da sociedade não pode emergir apenas nesta altura. Estes conselhos deveriam ser aplicados durante todo o ano.
Não nos podemos lembrar do Ambiente só porque sabemos que estamos no Natal. A consciência ambiental deveria ser uma prática diária.
Lisete Osório disse…
A nossa responsabilidade ambiental devia ser uma constante na nossa conduta diária, até porque não é apenas o ambiente que agradece, mas também o nosso bolso.
A sociedade até pode ter consciencia dos seus actos, mas será que faz alguma coisa para mudar? será que as campanhas de sensibilização ambiental estão a fazer surtir os seus frutos? Haver vamos!!!
Bom ano!!!
Anónimo disse…
Haverá necessidade de um membro com responsabilidades como a Sra Carine, escrever opiniões pessoais sobre outra associaçao ambientalista, sendo essas opiniões depreciativas? Acho no mínimo desagradável e desrespeitoso.
Atenção a esses comentários...
Carine Azevedo disse…
Caro Anónimo (é com grande pena que não o posso tratar pelo nome)
Felizmente vivemos numa democracia, onde as opiniões, quer concordemos com elas ou não, são sempre válidas. Neste blog acontece o mesmo. Cada um tem a sua opinião e aceitamos todos os comentários e críticas por se tratar não só de um espaço de divulgação de informação, como de um espaço de discussão. Não se pretende ser desagradável ou desrespeitoso com os comentários mas tão somente abrir azo à troca de opiniões. Se pela minha experiência profissional tenho motivos para não simpatizar com a Quercus julgo-me no direito de o referir, tal como o/a senhor/a está no seu direito de não concordar comigo. E é tão bom ter um espaço onde o podemos fazer, não concorda?! O caro comentador diz-me “atenção a esses comentários”, eu respondo atenção à liberdade de expressão! Penso que as opiniões, sobretudo quando somos capazes de as defender (dando cara ou nome às nossas opiniões), como é o caso do meu post, são sempre uma mais valia, mesmo que discordemos.

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